Nesta página, os membros da Comissão “UnB 50 Anos de Brasília” discorrem sobre o cinquentenário da Capital Federal em artigos de 50 linhas.
O pesquisador associado do NEUR/CEAM e do Departamento de Geografia/IH-UnB Aldo Paviani analisa os riscos inerentes à idéia de conurbar núcleos urbanos que integram o Distrito Federal. Para Paviani, tal processo significa acumular erros que as grandes metrópoles levaram séculos para atingir – a congestão urbana. Leia o texto: Expansão urbana: haverá limite?
A professora aposentada da UnB e pesquisadora associada Sênior do Departamento de Sociologia Barbara Freitag rememora, por meio de sua trajetória individual em Brasília e na universidade, o processo de colonização do “mundo da vida” pelo sistema (econômico e estatal) e que precisa ser revertido nos próximos 50 anos de existência da cidade. Leia o texto: Cinco séculos em 38 anos
Cristiano Paixão, professor da Faculdade de Direito da UnB, discute a necessidade de Brasília resgatar elementos que fazem parte do projeto original, entre eles, a confiança na capacidade de transformação da sociedade. Ele analisa que, ao longo de sua história, as instituições – fortemente presentes na capital federal – impuseram barreiras físicas e humanas que impedem o livre acesso a elas. Leia o texto: Brasília, os estudantes e o futuro
Usando como mote o fato de a inauguração de Brasília e a fundação de Roma serem no mesmo dia – 21 de abril -, o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Frederico Flósculo Pinheiro Barreto discute a necessidade de a capital do Brasil não repetir a história da cidade italiana, marcada pela desigualdade e por governos viciosos e populistas. Assim, o professor reitera a necessidade de resgatar o Distrito Federal das mãos de políticos que o “vandalizam”. Leia o texto: Brasília aos 2.763 anos de idade
O artista plástico Henrique Gougon resgata, em um poema, o eterno recomeço da capital federal. Leia o texto: 50 anos em Brasília o eterno recomeço
Ao chegar a Brasília, nos anos 1970, o ator João Antonio Esteves, achava que estava de passagem pela cidade. No entanto, viveu 40 dos seus 50 anos aqui, participando ativamente da história do movimento teatral local, bem como da construção do sonho de uma sociedade crítica, socialmente compromissada e com forte embasamento na linguagem artística. Leia o texto: 40 anos em 60 linhas
O reitor José Geraldo de Sousa Junior analisa os entrelaçamentos da história de Brasília com a da UnB, consequência de uma circunstância única no país: ambas surgiram juntas, por isso a classe intelectual é inerente à capital do Brasil. Leia o texto: O papel da UnB na capital da cidadania
O professor da UnB Luiz Martins da Silva analisa, a partir do processo de “desencantamento” decorrente da crise política de Brasília, está se delineando um novo começo, num movimento em que o saber e o conhecimento gerado na UnB tem um lugar central. Leia o texto: Brasília, a UnB e o reencantamento do mundo
É uma tarefa difícil 50 anos em cinquenta linhas, mas como tudo é possível e em Brasília não seria diferente. Gostaria de ve resultado final.
Gostaria de registrar que em todos estes anos o nome de minha mãe ROSA IRENE CARVALHO RODRIGUES – procedente de Goiânia chegou em Brasília em 1958, convidada para trabalhar no Hospital Juscelino Kubitschek , próximo a Cidade Livre – hoje conhecida como Núcleo Bandeirante. Moravamos praticamente quase dentro do hospital, em uma das casas coloridas – área tombada pelo patrimônio histórico. Ela minha mãe foi a PRIMEIRA ENFERMEIRA DE BRASÍLIA. Fico orgulhosa por ela, e ao mesmo tempo triste, pois em nenhum momentodurante todos esses anos seu nome numca foi mencionado ou mesmo lembrado. Fica aqui meu registro para que nos próximos anos seu nome passe a constar como uma das pioneiras de Brasília. Atualmente ela reside a Rua Coronel Cosme Quadra 02 – Ed. Vila Nova de Gaia – aptº
404 – Goiânia-GO – Telefone para contato (062) 3261-9513